terça-feira, setembro 12, 2017

Virtual Plains – A poem (By N.S).

-The loyal Anonimous asks for a poem. And here it comes...


Pretenders made by pixels,
Fast fingers, hedonism,
Countless eyes fixed on tiny screens,
Like nothing you have ever seen

Shallow opinions, empty brains,
Reunited at the intangible,
Electric, wireless and wild,
Virtual plains.

Flesh becomes pixel,
A strange kind of hell,
That poisons the reason,
A Silicon-Valley prison,
Huxley’s “Soma”,
Addictive enough to bring you happiness,
Or put you in a coma

Slaves of a modern-world,
Mouths replaced by keyboards
No blood runs through their veins,
Locked, lost and forgotten,
At Virtual plains.

Status - Sick, sad'n tired. Looking 4 a better job. I miss my eternal love, Juliana Bernadino (she only fucks with total retards, like any other brazilian broad). Miss the pimpa bros.

Escutando - Another ballsy musical mix...

A new clip/single:

https://www.youtube.com/watch?v=8TwZ73a3aI8

A new clip for one amazing version of a David Bowie classic. Rest in power, Lemmy:

https://www.youtube.com/watch?v=J06yQb4lbPk

The inconic Gene Simmons completed 69 years at august 25th. So let's celebrate the date with the greatest band of all, shall we?

https://www.youtube.com/watch?v=agRudLL5zjs






quinta-feira, agosto 24, 2017

CGC: Curto & Grosso. E crível (Created and written By Nizi Silveira).

“O hip-hop” – tema sugerido pelo leitor Anônimo.


Eu tenho trinta e um anos; sou fã inveterado de rock e heavy metal desde os doze anos de idade. Conheço dezenas de bandas e milhares de músicas dos meus estilos prediletos, e, para meu profundo pesar, lembro bem dos inúmeros modismos abjetos que surgiram nos últimos vinte anos - cada qual feito sob medida para indivíduos destituídos de todo e qualquer resquício de personalidade; afinal, impossível prestigiar modismos/tendências sem o prévio engavetamento da própria personalidade.
 O hip-hop que, atualmente, monopoliza as paradas musicais em boa parte do planeta, faz com que todos, absolutamente TODOS os modismos musicais dos quais fugi desesperadamente durante a infância e adolescência, pareçam genuínas maravilhas. Ele me fez perceber que desperdicei doses cavalares de ódio com as boy-bands dos anos 90; me fez perceber que fui injusto com o grunge, com os Goo Goo dolls, com o (insuportável) Aqua, com o New Radicals, com o Live, com o Bush (not the x-president), com o Lou Bega, com o No Doubt, com o Radiohead, com a Sherryl Crow, com as Spice Girls, com a Alanis (que intimidade é esta, Nizi?), com o The Calling, com o hardcore de boutique, com os emos, com o new metal, com o Creed, com o Nickelback, com a Avril Lavigne. O hip-hop é até mesmo capaz de fazer com que a música popular brasileira pareça “apenas” uma bosta – e isso é para poucos.

Digo isto por um elementar motivo: mesmos os mais efêmeros modismos musicais com os quais me deparei ofereciam algo “extra” – putinhas esteticamente perfeitas, mocinhos dengosos, fulanos problemáticos, acordes melancólicos, refrões grudentos. Em suma, componentes ao menos capazes de justificar o êxito comercial destes modismos. Agora, minha amiga dona de casa, escrever uma redação de quarta série, comprar um microfone na Kalunga, baixar um bate-estaca eletrônico na internet em quinze segundos, assemelhar-se a um foragido do Datena, não possuir dotes vocais dignos de menção, enriquecer a ponto de instalar torneiras de ouro maciço em todos os vinte e sete banheiros de uma mansão do tamanho do Estado da Louisiana, e ver princesinhas sedentas por seu sêmen, é algo que implode minhas preciosas células cinzentas; algo que enraba a minha compreensão do mundo tridimensional. Não suficiente, saber que indivíduos como Doctor Dre e Jay Z, a realeza do hip-hop, possuem mais dinheiro que qualquer um dos “artistas” citados anteriormente (fazendo inclusive com que as Spice Girls pareçam participantes do “Casos de Família”) e adoram compor tanto letras de protesto quanto letras em que glorificam a marca do espumante francês que consomem em seus jatinhos, produz um adicional ponto de interrogação - este, passível de destruir guindastes: seriam eles bad-boys ou socialites cariocas travestidas?

Se algum dia o hip-hop cantar sobre a decadência da humanidade, estará meramente falando de si.

Quanto ao meu amado e eterno heavy metal, só me cabe dizer: goste ou não, ao menos reconheça que em nenhum outro estilo musical se vê e se ouve bateristas tão talentosos, baixistas tão talentosos, guitarristas tão talentosos e vocalistas tão talentosos. E, para os que realmente gostam de música (bem como valorizam seu rico dinheirinho), são estes os fatores que falam mais alto. Nada de polêmicas, nada de sentimentalismo barato, nada de ostentação esquizofrênica, nada de “bom-mocismo” fajuto para ludibriar menininhas – “apenas” virtuosismo musical, inatingível sem exaustivo estudo.

Metal is not for pussies – metal is for “pros”, not for “bros” or “hoes”.

Status – Dead. Looking 4 a better job.

Lendo – “Odisséia” (Homero). The classic of all classics.

Recomendado - A great tribute vid 2 Hell in a Cell:

https://www.youtube.com/watch?v=qhr-KJY18wQ

Escutando – Today a great mix for real trash-metal fans. No “la-la-la” bullshit, kids. Here comes the cavalry:

Two new clips/singles (featuring actor Benicio Del Toro’s clone on lead vocals):

https://www.youtube.com/watch?v=GSbgxG-jLMU

https://www.youtube.com/watch?v=_U0g9AsieWY

One my favorite trash-metal songs:

https://www.youtube.com/watch?v=Vfxjf_7yZVQ

Time to remember the almighty creator of trash-metal: the eternal Lemmy Kilmister

https://www.youtube.com/watch?v=BmCpGsE5MK0

…and how about a trash-metal ballad, uh?

https://www.youtube.com/watch?v=aU-dKoFZT0A


quarta-feira, agosto 09, 2017

In love with a walking-talking “?” (By N.S).

“O que você diria à mulher amada?” – pergunta o leitor Anônimo.

Ao meu platonismo universitário de longa data, eu diria: Ame-me por ler. Se possível, ame-me exclusivamente por isso. Faça de conta que isso é tão relevante quanto amar alguém exclusivamente pelo dinheiro, ou pela forma física, ou por parecer ladrão de padaria e nem mesmo conseguir redigir um texto (*ser amado/desejado por fatores patéticos/insignificantes é algo bem comum no Brasil – e tanto o turismo sexual quanto a bizarra e doentia idéia de feminismo vigente neste país, agradecem). Ame-me por já ter lido mais que qualquer ex-namorado seu e mais que seus respectivos pais. Façamos de conta que “relacionamento sério” é algo apenas realizável com alguém que não seja incoerente. Ame-me por não gostar de caipirices para mulherzinha, ame-me por desprezar a pseudo-cultura popular de pessoas orgulhosamente ignorantes e vulneráveis; ame-me por não ser o típico “Zé-povinho” que adere a qualquer tendência “do momento” (apenas para abandoná-la quando não for mais “do momento”). Ame-me por fazer sentido quando falo. Ame-me por jamais ter sido alienado por jogos de bola, ou qualquer outra atração da Rede Globo. Façamos de conta de que são estas características que você gostaria de ver num futuro filho. Façamos de conta de que ter ao lado um marido que lerá e ensinará o próprio filho é algo mais importante do que ter ao lado um traste acéfalo que passará por esta vida tão vazio quanto nela entrou; eternamente preso aos mesmos assuntos (Zzzz...). Finja que você é uma mulher de personalidade e, portanto, jamais se relacionaria com indivíduos assim. Finja que seus ouvidos não são penicos. Finja que você não é filha de palhaços, e não foi criada para ser “otária”. Finja que você é uma mulher adulta, honesta, coerente e racional. Perceba que o “brasileiro típico”, infelizmente, não é alguém digno de ser levado a sério. E ame-me por não ser comum – pouco importando o que a galerinha suuuper descolada do Face, o Luan Santana, o MC Crébiçôum ou a Ivete Sangalo,pensariam disso.
De resto, a intuição me alertando: levar a sério fulanas habituadas a beijar idiotas totais meramente por achá-los “bonitinhos” é como levar a sério cidadãos que elegem analfabetos meramente por achá-los “carismáticos”; é como levar a sério a democracia de um País cujo cenário político é monopolizado por partidos de Esquerda há três décadas. Nada mais frustrante que saber que a mulher amada é meramente mais um palhaço entre muitos; incapaz de pensar com a própria cabeça, incapaz de enxergar a vida com os próprios olhos, incapaz de argumentar com a própria boca, incapaz de justificar as próprias atitudes e preferências, incapaz de compreender as próprias palavras – e demasiadamente orgulhosa de tudo isso...

Am I in hell, or it’s just an endless bad fucking dream?

Status – Tired. I need fuel for my wallet. Away 4 a while.

Recomendado – Funny x-tuff! Star Wars goes “povão”:

https://www.youtube.com/watch?v=BHiSHVFjpGI

Recomendado – A great tribute to the coolest move in pro-wrestling:

https://www.youtube.com/watch?v=wZ1DYP66V30

Escutando – 2day, a brief compilation with my brand-new musical addiction; a new band featuring some familiar faces, like the amazing Doug Aldrich on lead guitar (X-Dio, X-Whitesnake), Marco Mendoza on bass guitar (ex-Ted Nugent, ex-Whitesnake), and singer John Daisies (spend some time in Motley Crue, years back). Turn it up, will ya?

https://www.youtube.com/watch?v=lU9emE-Ia04

https://www.youtube.com/watch?v=Y0CTt7ocThI

https://www.youtube.com/watch?v=5oPNwmfYTzI

https://www.youtube.com/watch?v=V6ps_VqMN0U


terça-feira, julho 25, 2017

CGC: Curto & Grosso. E crível (Created and written By Nizi Silveira).

“A Operação Lava-Jato – tema sugerido pelo leitor Anônimo. Segue um post especial.


Em todo Salão do Automóvel o visitante se deparará com um (ou vários) “carro-conceito”. O que é um “carro-conceito?” É um veículo de visual alienígena, que jamais será produzido em massa, e que tem uma única finalidade: demonstrar ao visitante as últimas novidades tecnológicas, os recursos que, algum dia, talvez (e enfatizo: TALVEZ) vejamos em todos os demais veículos automotivos do mercado. Um “carro-conceito” é, ao mesmo tempo, útil e inútil (afinal, não há como saber se algum dia as tecnologias que ostenta serão, de fato, incorporadas nos demais veículos). Não obstante, ficam ótimos em fotos.

A Operação Lava-Jato assemelha-se a um carro-conceito. Ela é revolucionária, rende comentários, estampa revistas. Contudo, a probabilidade de vermos as ruas de 2030 serem tomadas por carros-helicóptero que se transformam em robôs dançarinos de salsa caribenha (e em discotecas, quando submersos) é infinitamente maior do que a probabilidade de vermos os acusados na Operação Lava-Jato fora das ruas (e sob cárcere) meramente até 2030. Ela é apenas uma demonstração do que justiça brasileira poderia fazer, acaso existisse, acaso fosse uma realidade cotidiana. A intuição me diz que um cidadão honesto que deve meses de IPTU, ou pensão alimentícia, ou que não dispõe da mastodôntica quantia necessária para abrir o inventário de um ente falecido (*aliás, meu caso), está com muito mais medo do dano que a gloriosa justiça brasileira poderá lhe causar. Se eu tivesse subtraído algumas míseras dezenas de milhões dos cofres públicos, sei que dormiria mais tranquilo.

O “carro-conceito” de 2020 fará com que o de 2017 pareça uma piada – já o acusado de 2017, estará livre, leve e solto em 2020, fazendo com que toda uma nação pareça uma piada. A Operação Lava-Jato é, ao mesmo tempo, útil e inútil. Não obstante, fica ótima em fotos.

Qualquer pretensa operação de inteligência minimamente séria e confiável não se concentraria apenas em averiguar e punir os delitos cometidos por fulanos e sicranos.  Lula e sua gangue, por exemplo, não são (e jamais foram) meros batedores de carteira; não são aquilo que os oficiais da Lava-Jato, aparentemente, acham que são. Não são indivíduos motivados por meras e efêmeras ambições materialistas, e tampouco por dificuldades de ordem materialista - são indivíduos motivados (e intoxicados) por uma ideologia. Tais, não podem (e jamais serão) intimidados. E, aos que ainda contestam a incapacidade de se intimidar um comunista inveterado (alguém a quem palavras como “moral” e “ética” soam como ofensas gravíssimas, execráveis valores burgueses, derivados de uma religião que tais indivíduos abominam confessamente, por crer que ela transforma machões em criaturas hesitantes e efeminadas), basta atentar para últimas notícias sobre a Coréia do Norte ou sobre a Venezuela, abrir uma enciclopédia, e/ou ler um espetacular clássico do colossal George Orwell.

Da mesma maneira que a China do século XXI é meramente a continuação da temível e extinta URSS (fato que faz com que a Guerra Fria esteja mais viva do que nunca), a corrupção na qual grande parte dos partidos políticos brasileiros está envolvida, é meramente a continuação de algo iniciado há décadas. Indivíduos morrem; ideologias partidárias não. De resto, a inabalável certeza de que em qualquer canto do mundo onde a falta de planejamento familiar for patente, sempre teremos algum Partido dos Trabalhadores olvidando esforços para destituir os indivíduos de todo e qualquer sentimento de culpa por suas ações insensatas, fornecendo-lhes uma vasta gama de bodes-expiatórios, e esmolinhas mensais. São “redentores” ansiosos por redenção – e, para esta, nada se provará melhor que a Operação Lava Jato. Um dispendioso “espetáculo midiático”, sobretudo para os que estão cientes da ineficácia e da puerilidade da justiça brasileira. E estes, são justamente os seus réus.
 
Status – Unmotivated; sick and tired of everything. I need money badly. Creating new riffs and solos. Away for a generation.

Lendo – “As pistas de Nazca” (Simone Waisbard). Na reta final.

Recomendado – One amazing video:

https://www.youtube.com/watch?v=hKVZra47dp0

Recomendado - My heroes talking about their new album:

https://www.youtube.com/watch?v=9oi4_VIeDY0

Escutando – How about another mix? Today, full of new stuff

Their new single just got an official videoclip:

https://www.youtube.com/watch?v=tFqFYHFNeCc

Another single/clip from the brand-new "The rise of chaos" album. Hey, don't drink the Koolaid, ok?

https://www.youtube.com/watch?v=Yq9XIkVX5bE

A legend (and the biggest nose in rock's story). His new clip/single. By the way: he's comming to Brazil.

https://www.youtube.com/watch?v=NlEcM53kj_I

Yup: another new single/clip. The band of one my favorite guitar heroes, George Lynch (huge fan of him since my 14's), and of course, Oni Logan's (Gene Simmons?) voice:

https://www.youtube.com/watch?v=ONZk7sof40w

Hey, guess what: another new vid/single. Vintage hard rock sound:

https://www.youtube.com/watch?v=WxzNSEyQfAw

Another single/clip:

https://www.youtube.com/watch?v=WgJUk5LYMcg

One more new single/clip:

https://www.youtube.com/watch?v=gvGRuRC-z50


segunda-feira, julho 03, 2017

Top… secret (By N.S).

- Para um velho amigo. Please: don’t believe in these words (or I gonna be in real trouble…). Semper-fi.

Segredinho número 1:

Um grupo de parceiros. Todos bilionários, e atuando em cooperação com um governo hostil ao ocidente.  Todos eles enriqueceram graças a concessões governamentais (*tal como o brasileiro Joesley Batista). No intuito de, gradualmente, destruir o ocidente (como retribuição          pelos favores que receberam deste governo), um deles torna-se um “tubarão” da indústria pop no ocidente. Contrata jovens, investe maciçamente em marketing, transformando muitas destas jovens ocidentais em “divas” de extremo sucesso em vários países do ocidente. Através dos empresários destas “divas”, suas instruções são transmitidas:

“Sejam provocantes, sejam subversivas! E não postem nada em suas redes sociais sem antes consultar vossos empresários, entenderam?”

Através de suas (sutis) instruções e de seus executores, ele adquire um exército de indivíduos que, aos poucos, se insurge contra as instituições e os valores de seus próprios países (refiro-me, evidentemente, aos fãs de tais fulanas). E, a pior parte: os que prestigiam/executam suas instruções (sorrindo e pulando) sequer sabem quem ele é; sequer desconfiam da manobra.

E este foi apenas o primeiro tubarão. Suas ações (*que visam a manipulação comportamental/ideológica) logram pleno êxito quando em sinergia com as ações dos outros “tubarões”.

Adendo: Breve exemplo de manipulação comportamental.

Um menino de 16 anos aborda uma menina de 15 anos, pedindo-lhe (em tom austero ou inamistoso):

“Rebole para mim”.

A menina se assusta e o repele. Todavia, se o pedido do menino tivesse sido feito num tom brincalhão/debochado, pleno êxito seria possível.

Segredinho número 2:

“Inteligência Superior” (*if you know what I mean...) compreende na realização de tarefas complexas através de métodos extremamente simples. Justamente por serem métodos simples (capazes de serem realizados por qualquer pessoa), precisam ser mantidos sob total sigilo. Se, por exemplo, fosse revelado que a depressão pode ser “remediada” através da “fabricação” de estímulos (fazer com que o paciente seja “bombardeado” com luzes e cores aprazíveis ao olhar, juntamente com a inalação de aromas aprazíveis ao olfato), toda uma cadeia de produção (responsável pela fabricação de antidepressivos) teria de ser extinta. Faz-se sumamente importante, portanto, manter tais técnicas sob sigilo para que a “roda do capitalismo” continue a girar. Já a revelação de que a grande maioria das plantas não-comestíveis possui uma seiva tóxica, e que esta seiva poderia servir de insumo para a fabricação de entorpecentes idênticos a cocaína/crack/heroína, é algo que tampouco tornaria o mundo mais seguro...

NOTA: Se eu fosse realmente corajoso, faria a seguinte revelação: um grande bloco de granito pode ser facilmente erguido do solo, bastando que um imã suficientemente magnetizado seja acoplado a ele. Mais um exemplo “de tarefa complexa realizada através de método simples” (passível de extinguir toda uma cadeia de produção/prestação de serviço).


Ops. Falei demais.

Status - Unmotivated. Couldn't find a better job. Hire me for something, people (I promisse to be a real retard brazilian professional).

Escutando - Yup: another musical mix 4 real men:

 Bad-ass vintage riff (my auto-bio song):

https://www.youtube.com/watch?v=gTYZWJEaOUA

Amazing one. From their current record: 

https://www.youtube.com/watch?v=Hcs0f_WX1Y8

Chris Jericho's band:

https://www.youtube.com/watch?v=lqURPBtGJzg

A classic. How not to love these legends? Up, marines. Up:

https://www.youtube.com/watch?v=2QMdN1y-omg





segunda-feira, junho 19, 2017

CGC: Curto & Grosso. E crível (Special Edition, By Nizi Silveira).

O “Gramcismo” – tema sugerido pelo leitor Anônimo. Segue uma explicação útil, conquanto superficial (tamanha a complexidade e abrangência do tema proposto), mas que, ainda assim, fará deste um dos posts mais importantes que já escrevi. Dedico este à casta jornalística brasileira (tão culta e bem informada...).


PARTE 1: Um pequeno exemplo.

Imagine que, às nove da noite, você ligou no noticiário noturno de sua predileção. Ao fim do noticiário, o âncora se despede desejando-lhe um “Bom dia”, ao invés de um “Boa noite”. Claro, o erro do jornalista talvez lhe divirta, mas certamente lhe deixará confuso. Horas mais tarde, você liga no noticiário matinal e, ao final deste, o âncora se despede desejando-lhe “Boa noite”, ao invés de “Bom dia”.

Dias se passam, meses se passam, e este (suposto) erro não é corrigido. Até que finalmente, você desiste. O (suposto) erro, agora, contará com sua total indiferença - ou, melhor dizendo: com a sua assimilação, sua passiva aceitação. Não mais lhe causará estranheza. Evidentemente, milhares de pessoas passariam pela mesma experiência.

 O Gramcismo é o resultado de um rigoroso estudo comportamental; é um artifício (conquanto rotulá-lo como “arma” tampouco constitua exagero) que “força” o discernimento humano à exaustão e, enfim, debilita-o severamente. A mais letal e eficaz das armas, justamente por ser extremamente sutil; imperceptível. Os (socialistas) que adotaram a técnica (fruto da doutrina pseudo-filosófica do maquiavélico italiano Antonio Gramci) sabiam até mesmo o tempo médio que um ser humano levaria para, finalmente, “cansar-se e desistir” - o que, invariavelmente, o faria substituir um conceito coerente, cristalizado em sua mente, por um conceito novo, não raro, inverossímil e injustificável.

 Faça com que “amor” torne-se “pegação”. Faça com que a voluntária perseguição do conhecimento seja vista como “coisa de nerd/loser”. Faça com que as mulheres sintam-se patéticas por cuidarem de seus maridos, cumprirem com afazeres domésticos, serem fiéis a um único homem e educarem seus filhos (*idéia que abalou severamente a instituição familiar, um dos últimos baluartes de defesa contra a intervenção ideológica Esquerdista). Faça com que crianças renunciem à infância. Faça com que o Filho de Deus seja visto como alguém pusilânime, disposto a perdoar tudo e todos. Faça com que tudo aquilo que não seja divertido/prazeroso seja visto e tratado com indiferença ou desdém. Faça com que a religião cristã seja vista como “coisa para velhos gagás”. Classifique tudo como “cultura” ou “arte”, adotando exclusivamente como critério o grau de repercussão midiática alcançado. Faça com que “velho/antigo” torne-se sinônimo de “ruim”, e “novo/novidade” torne-se sinônimo de “bom/útil”. Elimine a diferença entre “coisa para homem” e “coisa para mulher”.

Por intermédio do Gramcismo, tudo isso (e muito, muito mais) já foi feito. O Gramcismo é a força-motriz que conduz lentamente a humanidade à guilhotina. É o anticristo bíblico.    

PARTE 2: O motivo.

O objetivo principal (e último) dos adeptos e defensores da Globalização (no caso, os democratas e socialistas) não é a mera união de países europeus sob uma mesma moeda. Estes são os primeiros passos; um ensaio. O objetivo principal é união de TODOS os países do mundo, sob uma mesma moeda, sob os mesmos valores, sob uma mesma ideologia, sob uma mesma religião, e sob um ÚNICO governo – o que, enfim, dará origem à autêntica “Nova Ordem Mundial”, nomenclatura que suscita as mais diversas (e bizarras) teorias conspiratórias – e asseguro ao leitor que este post não é mais uma delas. Tal megalômano projeto foi denunciado pela primeira vez em 1932, pelo escritor britânico Aldous Huxley, em seu maior clássico, “Admirável mundo novo” (*aliás, um de meus livros favoritos – e uma das obras literárias mais influentes da história). Como Huxley, gênio das letras, sabia disso? Simples: ele fez parte do projeto. Sua obra-prima (uma gravíssima denúncia habilmente camuflada de ficção científica)constitui, igualmente, um pedido de desculpas à humanidade.

 Todavia, para que tudo isso ocorra, os valores, conceitos e tradições das sociedades precisam ser, gradativamente, eliminados - e substituídos por outros. É exatamente esta a função do Gramcismo e de seu “subproduto/fiel escudeiro”: o “Politicamente Correto” (leia-se: a censura camuflada de polidez, e, portanto, quase sempre interpretada equivocadamente como demonstração de bons costumes ou tolerância). Aliás, o simples fato do “politicamente correto” (que certamente não é ficção científica) ter surgido praticamente da noite para o dia, e cristalizado-se em boa parte do mundo, como se fosse algo inerente à civilização ocidental desde o advento dos tempos, já atesta a eficácia do Gramcismo (*leia-se: a gradativa debilitação do discernimento, através da difusão simultânea de idéias, conceitos e estímulos contrários; incompatíveis uns com os outros. A fusão de “sinônimo” com “antônimo”).

 Nesta vindoura “sociedade global”, os escassos cidadãos ainda capazes de discernir e contestar, serão devidamente silenciados e combatidos pelos ditames pseudo-éticos do “politicamente correto” - que, até lá, haverá de tornar-se uma implacável ferramenta de opressão. O crime perfeito.
Acaso o leitor necessite de uma evidência adicional quanto à eficácia do Gramcismo, dou-lhe uma sugestão: vá lá fora e veja quantas pessoas ainda são capazes de definir o significado de palavras como “otário”, “cultura”, “macho” e “gentalha”. Por fim, regresse com a seguinte certeza: esta catástrofe está apenas começando.

*NOTA: Para informações mais precisas e detalhadas sobre o tema, recomendo duas obras literárias imprescindíveis: “A Nova Era e a revolução mundial”, e “O jardim das aflições”, ambas, de Olavo de Carvalho (*para este, o maior brasileiro de todos os tempos).

Status – Bored. I need a better job. I need $. I miss my Juliana Bernadino (my eternal love). I wish I was an authentic Brazilian retard, so she could love me till the end of days…

Recomendado - Espetacular entrevista conduzida por Danilo Gentili:

https://www.youtube.com/watch?v=eAimet7g1to

Escutando – Yup; time 4 another heavy mix for real men.

Their new single (a killer one):

https://www.youtube.com/watch?v=hvyVuvbm1Sc

Their new clip (for one amazing classic):

https://www.youtube.com/watch?v=wpxWoikZZww

Legends (at their final tour). Time 4 some pure nostalgia:

https://www.youtube.com/watch?v=JZGxOBeESnY

  A band that resurrects the talent of one of my favorite guitar-heroes: Jake E Lee.

https://www.youtube.com/watch?v=u2ogR89D6UQ

…and one amazing ballad, by Chris Cornel:


https://www.youtube.com/watch?v=cy2ZUGc2mSs

sexta-feira, junho 02, 2017

CGC: Curto & Grosso. E crível (Created and written By Nizi Silveira).

“O jornalismo brasileiro” – tema sugerido pelo leitor Anônimo. Segue um post especial.

Inicio este post expondo o seguinte fato: não é preciso abraçar e beijar o vilão para agradá-lo, conferindo-lhe desmedida autoconfiança; para tanto, basta criticar ou menosprezar o herói.
Nenhuma outra instituição se interessa mais pelo progresso e o bem estar de um país do que as forças armadas. No Brasil ninguém nunca ouviu (ou ouvirá) a casta jornalística expressar uma única opinião minimamente favorável às ações perpetradas pelas Forças Armadas Brasileiras, durante os anos de ditadura militar. Sequer conseguem interpretar tais ações como “duras, porém, inevitáveis”. Aliás, eis os tais “horrores” da ditadura militar brasileira: a censura e a perseguição implacável à células comunistas paramilitares, com o intuito de impedir que seus membros fizessem com o Brasil, já nos anos 60, o que estão fazendo hoje. Ironicamente, os EUA tomaram iniciativa similar, com o mesmo intuito, ainda que por muito mais tempo (e gastando quantias inimagináveis), e não vemos jornalistas brasileiros criticando as forças armadas americanas por impedir a expansão socialista no planeta. Felizmente, uma injustiça a menos.

  Finda a ditadura militar brasileira (que vitimou quinhentas pessoas, quinhentos opositores, em pouco mais de duas décadas de existência), finda a censura (*artifício que, apesar dos pesares, impedia os verdadeiros inimigos da pátria de ter acesso a informações que lhes fossem profícuas) finda a perseguição aos comunistas, inicia-se o linchamento aos militares brasileiros por boa parte da casta jornalística brasileira. Criticando os heróis (por anos e anos), conferiram desmedida autoconfiança aos vilões.

Que o leitor imagine a seguinte situação: Um carrasco nazista, um Adolf Eichman, está com uma criança judia no colo, rumo a um campo de extermínio. De repente, dez soldados americanos, desconfiados da cena, barram sua passagem. Ele, o carrasco, com suor nas têmporas, temendo um merecido espancamento, justifica-se, dizendo: “-Eu estou apenas levando esta linda criança para passear”.  

Com a falência do socialismo ao redor do mundo, proclamar-se socialista já não era motivo de orgulho a ninguém. Então, todos os Esquerdistas que militavam pelo socialismo, que orquestravam atos terroristas em seu louvor (*e que custeavam boa parte de suas atividades através do tráfico de drogas – lembrando que o Comando Vermelho, como o próprio nome sugere, foi fundado por militantes socialistas, tornou-se uma mega-organização criminosa com o decorrer dos anos, e provavelmente financia partidos políticos até o presente dia), durante os anos de ditadura militar, habilmente, mudaram de postura:

-“Nós? Militantes socialistas? Terroristas treinados em Cuba? Espiões de Moscou? Traficantes de drogas? NÃO! De forma alguma! Combatíamos em nome da democracia! A mesma democracia que nos foi tirada pelos militares perversos deste país! Snif!”.

A casta jornalística brasileira não apenas engoliu esta história (que, aliás, é a ÚNICA versão que a maioria da população brasileira conhece e admite), como concedeu anistia moral a estes indivíduos. Resultado? Os criminosos e terroristas de ontem, hoje, posam de patriotas, posam como arautos dos mais excelsos valores republicanos. Tragédia pouca é besteira.   

Ovacionaram efusivamente a recém-conquistada democracia (aliás, uma democracia virtual), ignorando que todos os partidos políticos em disputa eram compostos (e financiados) por estes indivíduos. Deixaram o carrasco fazer seu trabalho e, não suficiente, convidaram-no para jantar – apenas para, posteriormente, ouvi-lo reclamar do manjar cordialmente oferecido.

Hoje, o Brasil apresenta um cenário político constituído exclusivamente por partidos de Esquerda (afinal, um partido de Direita seria imediatamente associado aos “monstruosos” militares brasileiros), cinquenta mil pessoas são assassinadas anualmente (muitas delas vítimas de organizações criminosas – que, como dito anteriormente, foram criadas por militantes socialistas, durantes as décadas de 60 e 70), a legislação é obsoleta e ineficaz (propositadamente, dada a conjuntura. Talvez numa maneira de recompensar organizações criminosas pelos prestimosos serviços prestados), a liberdade de expressão é frequentemente confrontada com o execrável “politicamente correto” (leia-se: o gradativo cerceamento da liberdade de expressão, através de regrinhas supostamente éticas, elaboradas por criminosos de longa data. Em outras palavras: CENSURA), o mais execrável e maquiavélico Gramcismo impera absoluto, e a casta jornalística brasileira ainda se diz estarrecida com tudo isso.

Desmoralizaram os heróis, desprezaram o heroísmo. Agora, aguentem os vilões e a vilania. 

Status – Unmotivated. Miss the Pimpa bros. I need a better job (hire me, people. I promise to be an empty-headed moron, like most people at my age). Away 4 a while.

Escutando – Today, a humble (and sincere) tribute to fallen rock hero: singer Chris Cornell (committed suicide at the age of 52, some weeks ago). Rest in Power; I was a huge fan, since the glorious high-school days.

Opening song from “Casino Royale”:

https://www.youtube.com/watch?v=867iyhVFyEw

One of his many musical projects, during the grunge Era:

https://www.youtube.com/watch?v=VUb450Alpps

One of his most popular projects:

https://www.youtube.com/watch?v=vVXIK1xCRpY

…and one amazing ballad:

https://www.youtube.com/watch?v=3mbBbFH9fAg